terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Dom Luiz e Dom Bertrand de Orleans e Bragança assistem a Missa de Natal, em São Paulo

Dom Luiz durante o brinde: coquetel contou com a presença de Dom Bertrand e Dom Gabriel de Orleans e Bragança, além de amigos e colaboradores como o Dr. José Guilherme Beccari, Sr. Oswaldo e Sr. Hayley Rocco, Dr. Ciro D'Avino, Sr. Guilherme de Faria Nicastro, entre outros
Imagem: Facebook da Pró Monarquia


Depois de receber no último dia 16, amigos e colaboradores, para um coquetel, na noite do dia 24 de dezembro, S.A.I.R., o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, acompanhado de seu irmão, o Príncipe Imperial Dom Bertrand, assistiram Missa de Natal, celebrada no rito extraordinário da Santa Igreja.




 Os Príncipes Dom Luiz e Dom Bertrand assistem a Santa Missa em São Paulo
Imagens: Paulo Roberto Campos com exclusividade 
para o Blog Monarquia Já, graças a Pró Monarquia


Muitos monarquistas acompanharam a celebração na igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, na cidade de São Paulo. O belo e histórico templo é o mais antigo da capital paulista em sua edificação original, remontando à primeira metade do século XVII.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Mensagem de Natal do Chefe da Casa Imperial do Brasil, S.A.I.R., o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança

O Príncipe Dom Luiz Gastão de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, envia sua mensagem de Santo Natal e Próspero 2015 aos cidadãos Brasileiros:

S.A.I.R., o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança

GLORIA IN EXCELSIS DEO.
ET IN TERRA PAX HOMINIBUS BONAE VOLUNTATIS!

Belém, pequena cidade localizada entre vinhedos e olivais, na Judéia, viu nascer, em tempos imemoriais, o grande rei David, o ungido do Senhor, que recebeu mesmo, segundo as Sagradas Escrituras muitos dons, como o da música, da poesia e dos salmos. A este mesmo local, séculos mais tarde, haveriam de chegar dois descendentes de sua real estirpe, Maria e José, a fim de cumprirem as exigências do imperador César Augusto. Ordenou ele o primeiro recenseamento do Império Romano, impondo a todo chefe de família ir alistar-se em sua cidade de origem. Maria, prestes a dar à luz, acompanhou José em penoso percurso desde Nazaré, sobre um burrico. Lá chegando, devido ao grande acúmulo de viandantes, não encontraram hospedagem e, batendo de porta em porta, ninguém lhes deu abrigo. Maria pressentia que o nascimento de seu Filho estava próximo. Era noite, fazia frio. Foi-lhes então indicada uma gruta transformada em estábulo, onde jamais entrara um raio de sol. À luz de uma lanterna, o casal viu que tudo estava asseado. De um lado notava-se uma vaquinha, a que se juntou o burrico, e de outro uma manjedoura. Estava assim composto o cenário para o maior acontecimento da História, o nascimento do Menino-Deus, o Rei dos Reis.

Quanta lição nos é transmitida nesta singela e ao mesmo tempo grandiosa narrativa! E é com o espírito elevado aos céus, e de joelhos diante da representação da mesma cena, o Santo Presépio, que rogo à Sagrada Família - Jesus, Maria e José - esteja neste Natal presente no coração de cada brasileiro, especialmente dos monarquistas, para que se beneficiem das mesmas graças daquela noite esplendorosa. E que a Luz do Menino Jesus, durante 2015, ilumine os nossos passos na caminhada determinada e sempre confiante que é o dever de todo cristão, ainda quando em tempos adversos.

Dom Luiz de Orleans e Bragança

Santo Natal e um Ano Novo abençoado

O Blog Monarquia Já deseja a todos os leitores, colaboradores e amigos um Santo Natal e um Ano Novo abençoado. 

Presépio encomendado por S.M.F., a Rainha Dona Maria I, a Joaquim Machado de Castro, 
para a Basílica da Estrela, em Lisboa, Portugal


Acompanhe as atividades do Movimento Monárquico e da Família Imperial Brasileira, conheça as propostas que visam restabelecer a dignidade nacional e contribua para restauração da Monarquia no Brasil.  Continue nos visitando em 2015!

Nascimento do Conde Louis Bernhard, filho dos Condes de Stolberg-Stolberg

Dona Graça, Dom Fernando e Dona Isabel, o Conde Alexander, a Condessa Jacqueline e o Conde Franz Joseph de Stolberg-Stolberg, durante o casamento em 2009.
Imagem: Blog Monarquia Já


Nasceu em Bruxelas, no dia 16 de dezembro de 2014, o Conde Louis Bernhard Josef Maximilian Diniz  Rafael Nuno Karl Pius Baudouin Maria, filho de Dona Isabel de Orleans e Bragança e do Conde Alexander, Conde e Condessa de Stolberg-Stolberg.

Diretamente da Europa, o Conde Alexander explica os nomes: 

Louis - em português Luís - em homenagem a São Luis, Rei da França, grande Santo e modelo de Chefe de Estado, do qual os pais descendem e que inspirou o nome do atual Chefe da Casa Imperial do Brasil, S.A.I.R, o Príncipe Dom Luiz, tio-avô do pequeno Conde. Nome igualmente alusivo ao Beato Louis Martin, pai de Santa Teresa de Lisieux - Santa pela qual o casal possui grande devoção. O nome, seguindo a tradição, também homenageia a Princesa Dona Luiza, irmã de Dona Isabel, que será madrinha da criança.

Bernhard - em português Bernardo - homenagem a São Bernardo de Claraval (em alemão St. Bernhard), Monge Cisterciense, grande reformador da Ordem. Autor do "Tratado do Amor de Deus", redator do belíssimo hino "Ave Maris Stella" e, por sua clareza teológica, nomeado Doutor da Igreja. 

Josef - em português José - uma homenagem ao avô paterno, S.A.I., o Conde Franz, se refere também a São José, o esposo da Mãe de Deus, Padroeiro da Igreja Universal.

Maximilian - em homenagem ao tio e padrinho, o Conde Maximilian de Stolberg-Stolberg.

Diniz - segundo dos oito nomes do Príncipe Dom Fernando de Orleans e Bragança, avô paterno. Faz referência ao Rei Dom Diniz I, 6º Rei de Portugal, Soberano sábio, culto e dedicado, do qual a criança descende.

Rafael - o Arcanjo - nome tradicional dos Bragança [Miguel Gabriel Rafael Gonzaga], também nome do primo de Dona Isabel, o Príncipe Dom Rafael de Orleans e Bragança, que será o futuro Herdeiro do Trono Brasileiro. São Rafael Arcanjo também é devoção do Conde Alexander.

Nuno - referência a São Nuno de Santa Maria, o Santo Condestável de Portugal. Grande homem que defendeu o território e a nacionalidade portuguesa, ajudou a fundar a Dinastia de Bragança. 

Karl - em português Carlos - uma homenagem ao Beato Carlos da Áustria, último Imperador daquele país e Rei da Hungria, que teve vida familiar e política exemplares. O Conde e a Condessa de Stolberg-Stolberg noivaram na data da festa litúrgica do Beato Carlos, em 2008.

Pius - em português Pio - São Pio de Pietrelcina, Padre Santo, de grandes virtudes, Confessor e Conversor. 

Baldouin - em português Balduíno - homenagem ao Rei Balduíno da Bélgica, modelo de estadista do século XX, temente a Deus e fiel a Igreja. 

Maria - a Santíssima Virgem, Mãe de Nosso Senhor. Desde 1800, tradicionalmente o último nome dos membros da Família Stolberg-Stolberg em forma de agradecimento pela conversão ao Catolicismo (Pentecostes de 1800)

O pequeno Conde Louis é neto, por seu pai, dos Condes Franz Joseph e Jacqueline de Stolberg-Stolberg, de Casa de antiga nobreza da Europa, tendo antepassados que já permeavam a história desde 1200, (maiores detalhes sobre a genealogia da Família Stolberg-Stolberg, aqui). Por sua mãe, é neto do Príncipe Dom Fernando e da Princesa Dona Maria da Graça de Orleans e Bragança, sendo portanto, o 15º bisneto do Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança (1909 - 1981), Chefe da Casa Imperial do Brasil (1922 - 1981) e da Princesa Dona Maria de Orleans e Bragança (1914 - 2011), nascida Princesa da Baviera. 

Dona Isabel, Condessa de Stolberg-Stolberg, e o filho, o Conde Louis, passam bem e são auxiliados pela avó, a Princesa Dona Maria da Graça, muito orgulhosa com nascimento do primeiro neto.  

domingo, 21 de dezembro de 2014

Dona Christine de Ligne de Orleans e Bragança concede entrevista ao "Herdeiros do porvir"

Acaba de chegar a casa dos brasileiros a 39ª edição do boletim Herdeiros do Porvir.



Na capa, a Princesa Dona Christine de Ligne de Orleans e Bragança que concedeu uma interessante entrevista à publicação, onde fala da infância em Beloeil, do casamento, dos filhos e da vida no Brasil. Por sua elegância, refinamento e educação, mostra a grandeza de autêntica dama e exemplo de Princesa. Durante a entrevista também conta com foi seu voluntariado na Índia, seu trabalho com crianças necessitadas e, sobretudo, com as deficientes.

Ainda no boletim, as viagens de Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, e detalhes do XXIV Encontro Monárquico Nacional, ocorrido em setembro, no Rio de Janeiro. 

Herdeiros do Porvir elogia o Blog Monarquia Já, referindo que é "sem dúvida, um dos mais atuantes e atualizados na especialidade". Durante o Encontro, o editor do Blog Monarquia Já foi convidado a proferir duas conferências: "Homenagem a SAIR, a Princesa Dona Maria Elisabeth de Orleans e Bragança: cem anos do nascimento, 66 anos de devotamento ao Brasil" e "A presenças das lideranças novas".       

Por fim, Dr. José Guilherme Beccari, em sua coluna trimestral "Coisas da República", faz uma brilhante análise política.

Confira. Solicite o Boletim Herdeiros do Porvir através do link FALE CONOSCO, em http://www.monarquia.org.br/-/faleconosco.asp ou pelo e-mail monarquia@monarquia.org.br e saiba tudo sobre a Monarquia no Brasil.  

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Faleceu a Rainha Fabíola da Bélgica

Faleceu no Palácio Real de Laeken, no dia 5 de dezembro de 2014, aos 86 anos de idade, a Rainha Fabíola da Bélgica.




Nascida Doña Fabiola Fernanda María de las Victorias Antonia Adelaida de Mora y Aragón, em 11 de junho de 1928, no Palácio Zurbano, próximo a Madri, era a sexta dos sete filhos de Don Gonzalo de Mora y Fernández y Riera y Del Olmo (1887-1957), 4º Marquês de Casa Riera, 2º Conde Pontíficio de Mora, Grande de Espanha, e de Doña Blanca de Aragón y Carrilho de Albornoz y Barroeta-Aldamar y Elío (1892-1981), Marquesa de Casa Torres, Viscondessa de Baiguer. Sua madrinha era a Rainha Victória Eugenia da Espanha, pertencia, portanto, a uma família da alta nobreza da Espanha, fiel ao Papado e reconhecida pela prestígio social, intelectual e político. 

A Rainha Fabíola
Imagem: reprodução

Foi educada privativamente e desde a infância teve como base os valores morais e religiosos que nortearam sua vida. Muito inteligente e intelectualizada, na juventude publicou um pequeno livro de "contos de fadas" - Los doce cuentos maravillosos, com que ganhou um prêmio, sendo reconhecido na exposição do pavilhão da Holanda, em 1966. Muito caridosa e justa, diplomou-se enfermeira, ajudando as forças militares e os desvalidos de sua pátria. 

Em 1960, Dona Fabíola se casou com o Rei Balduíno da Bélgica, aclamado em 1951, pela morte do pai, o Rei Leopoldo III.  Foi, por 30 anos e até a renúncia do marido, em 1990, a Rainha dos Belgas. O Rei Balduíno exerceu governo exemplar e apesar de ter passado por vários percalços, conseguiu unir os cidadãos belgas, divididos cultural e linguisticamente. Depois de garantir a estabilidade econômica e a Soberania da Bélgica pós II Guera Mundial, em 1990, renunciou ao Trono por se recusar a assinar a lei que legalizava a prática do aborto. Os Reis não tiveram filhos e a sucessão foi garantida pelo Rei Alberto II, irmão do Rei Balduíno.


O Rei Balduíno e a Rainha Fabíola 
Imagem: reprodução


Depois da morte do marido, em 1993, a Rainha Fabíola, passou a ser titulada como Rainha da Bélgica e passou a residir no Castelo de Stuyvenberg, próximo ao Palácio Real de Laeken, vivendo exclusivamente para a caridade e para o serviço da Bélgica quando representava seus cunhados em eventos ou ocasiões oficais. Era benemérita de diversas associações e  idealizadora de Fundações que garantem o sustento de milhares de crianças e jovens, além do fomento da cultura, das artes e da fé católica. 

Por suas atitudes - sempre exemplares, sua força - sempre característica, e sua convicção católica - sempre inspiradora, foi muito querida pelo povo da Bélgica. Foi celebrizada através de monumentos, nomes de ruas, plantas. As Montanhas Rainha Fabíola, na Antártica, por exemplo, são uma homenagem a Soberana. 

Tantas virtudes favoreceram a aproximação da Família Imperial do Brasil, tanto pelo parentesco, quanto pelas atividades sociais. A Princesa Dona Maria, de jure Imperatriz Mãe do Brasil, mãe do atual Chefe da Casa Imperial, o Príncipe Dom Luiz, em visita a Europa, costumava passar agradáveis tardes no Palácio Real de Bruxelas ou de Laeken, com a Rainha. Em 1965, quando a Rainha Fabíola e o Rei Balduíno visitaram o Brasil, num memorável jantar oferecido no Itamaraty, os jornais da época elogiavam a elegância do jovem Príncipe Dom Pedro de Alcântara - filho de Dom Pedro Henrique e Dona Maria, que havia vestido uma bela casaca para a ocasião. A proximidade da Família Real Belga com a Família Imperial do Brasil é marcante também pelos laços que os Príncipes brasileiros construíram na Bélgica: Dona Eleonora se casou com o Príncipe Michel, 14º Príncipe Titular de Ligne e Dom Antonio com Dona Christine. A Casa de Ligne constitui uma das famílias mais respeitas da Europa e na Bélgica fica abaixo apenas da Família Soberana.

Membros da Família Imperial do Brasil estiveram nos funerais da Rainha Fabíola. A Princesa Dona Maria da Graça, esposa do Príncipe Dom Fernando de Orleans e Bragança, acompanhada da filha, Dona Isabel, e do genro, o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg estiveram presentes a Missa solene de Requiem.  


S.A., a Princesa Dona Maria da Graça de Orleans e Bragança e S.A.I., o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg 
Imagem: exclusividade do Blog Monarquia Já

S.S.A.A.I.I., o Conde e a Condessa de Stolberg-Stolberg
Imagem: exclusividade do Blog Monarquia Já


Representando a Família Principesca de Ligne, a Princesa Dona Eleonora, nascida Princesa de Orleans e Bragança, e o Príncipe Michel também estiveram presentes nas exéquias da Rainha.


O Príncipe e a Princesa de Ligne recebem a comunhão
Imagem: RTB


O Cardeal Godfried Danneels, Arcebispo Emérito de Mechelen-Bruxelas e Primaz da Bélgica, celebrou Santa Missa na Catedral de São Miguel e Santa Gúdula, o féretro foi levado à Igreja de Nossa Senhora de Laeken, onde celebrou-se outra Missa em sufrágio da alma da Rainha, sendo sepultada na Capela Real do Palácio.  Além dos membros da Família Imperial do Brasil e da Família Principesca de Ligne, assistiram o funeral os atuais Reis dos belgas, da Holanda, da Dinamarca, da Noruega, da Holanda e da Tailândia, a Imperatriz do Japão, os Grãos-Duques Hereditários de Luxemburgo, os Reis Alberto e Sofia da Bélgica, a Princesa Beatriz da Holanda, O Rei Dom Juan Carlos e Dona Sofia da Espanha, representantes da Rainha do Reino Unido da Grã-Bretanha, dos Reis da Suécia, dos Príncipes de Liechtenstein, além do corpo diplomático, de representantes da Igreja e do povo, que numa incansável demostração de afeto, lotou a frente da residência real e encheu as ruas durante o cortejo fúnebre.  


Reis e Rainha de todo o mundo chegam para os funerais da Rainha Fabíola
Imagem: reprodução 


A Imperatriz do Japão
Imagem: reprodução

A Rainha Matilde, comovida, é amparada pelo marido, o Rei dos Belgas
Imagem: reprodução

A Rainha ampara os filhos. O Príncipe Emanuel chora a perda da tia querida
Imagem: reprodução


A saída da Igreja de São Miguel e Santa Gúdula
Imagem: reprodução

As demonstrações populares de afeto e admiração
Imagens: reprodução



           

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Príncipe Imperial participa de encontro com jovens em Ribeirão Preto

Evento reuniu jovens que defendem a monarquia; Dom Bertrand Maria José de Orleans e Bragança também visitou a região.

Por Juliana Rangel - Jornal A Cidade - 11/12/2014

Dom Bertrand, com a juventude, pelas ruas de Ribeirão Preto
Imagem: Murilo Corte / Especial 


Sua realeza

Ribeirão Preto recebeu ontem a visita de um príncipe da família real. O trineto de Dom Pedro II, Dom Bertrand Maria José de Orleans e Bragança (centro da foto), esteve na cidade para um encontro com jovens que defendem a monarquia. Ele também quis conhecer o Centro Cultural Palace. O segundo na linha de sucessão do trono também passou por Sertãozinho, onde gravou um programa sobre agronegócios para o Canal do Boi.

Em defesa

Agronegócio é um dos temas de suas palestras, ministradas por todo o Brasil. “Defendo o direito de propriedade, a agricultura, mostro o quanto o Brasil tem ganhado com o agronegócio num momento em que uma crise econômica atinge o mundo e o Brasil só não tem maiores problemas graças ao agronegócio”, disse Dom Bertrand. Ele é autor do livro “Psicose Ambientalista”, polêmico por criticar a atuação de ambientalistas no País.

Indo bem

Sobre o seu livro, o príncipe comemorou o sucesso de vendas. Lançado em 2012, a obra técnica já está na quarta edição, com 25 mil cópias vendidas. “Por ser um livro técnico, tem que se considerar que a média de venda é de 2 mil exemplares e já vendemos 10 vezes mais. Um sucesso não meu e sim dos brasileiros, que se interessam pelo assunto”, disse à coluna.

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Nota do Blog Monarquia Já:

A Prefeitura de Ribeirão Preto também noticiou, através de sua página no Facebook, a visita do Príncipe Dom Bertrand: 

"RIBEIRÃO REAL

Dom Bertrand Maria José de Orleans e Bragança, príncipe titular de Orleans e Bragança, esteve na região de Ribeirão Preto para uma entrevista que tratou sobre agronegócio. Em um encontro informal, o Príncipe se reuniu com a prefeita Dárcy Vera, no Palácio Rio Branco.

Foto: JF.Pimenta"

S.A.I.R., o Príncipe Dom Bertrand com a Prefeita Dárcy Vera 

A Prefeita de Ribeirão Preto com Dom Bertrand de Orleans e Bragança, entre os membros da comitiva do Príncipe as ilustres presenças do Sr. Hélio Brambilla e do Dr. Nelson Barreto 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Os 50 anos da "Turma do Príncipe"

Dom Bertrand, ao centro, foi homenageado pelos 50 anos de formação acadêmica
Foto: divulgação OAB SP 

O Brasil vivia uma efervescência política e ideológica. Subversivos, treinados em Cuba e financiados pela URSS, tentavam tomar o poder. A população clamava por auxílio e o Brasil estava prestes a mergulhar em mais uma das grandes crises da república.  Foi neste cenário que, em 1964, formou-se na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo, S.A.I.R., o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança. 

Os tempos eram outros. Uma juventude altamente politizada e culta fazia parte das faculdades da Universidade de São Paulo. Eram comuns os debates entre direitistas e esquerdistas, conservadores e progressistas, revolucionários e contrarrevolucionários. Dom Bertrand, na época um jovem Príncipe de 24 anos, já combativo e brilhante em suas ideias, liderava um grupo de estudantes que ficou conhecido como a "Turma do Príncipe".  

Tamanha ebulição na sociedade, gerada pela ineficiência do governo de João Goulart e a constante ameaça de grupos socialistas e comunistas de tornar o Brasil uma sucursal da União Soviética, fez com que o povo fosse as ruas pedir intervenção militar, ocorrendo o ato que ficou conhecido como "golpe de 1964", marcando o país definitivamente. 

Para comemorar os 50 anos de formatura, a Ordem dos Advogados do Brasil, Secional de São Paulo, juntou os formandos de 1964 para uma homenagem. Durante o evento, destacou-se a presença do Príncipe Imperial do Brasil, que dentre os membros da turma permanece inabalável em sua luta na defesa da vida, da família, da tradição, da propriedade privada e da dignidade humana, aspectos marcantes em sua biografia desde a juventude. 

Dom Bertrand de Orleans e Bragança visita São João da Barra, no Rio de Janeiro

Depois de voltar de  Fortaleza, onde cumpriu extensa agenda, que incluiu discurso em "trem elétrico" para milhares de pessoas, além de participação em eventos de valorização da vida, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança visitou a cidade de São João da Barra, no Rio de Janeiro, repetindo um gesto do seu trisavô, o Imperador Dom Pedro II, que lá esteve em 1847.

O Prefeito de São João da Barra, José Amaro Martins de Souza, e o Padre Marcos Paulo Pinalli da Costa recebem o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança
Imagem: divulgação


Recebido por autoridades civis e religiosas, Dom Bertrand foi aclamado também pelo Prefeito José Amaro Martins de Souza, que destacou o orgulho da cidade em receber o segundo na linha de sucessão ao Trono do Brasil. 

Dom Bertrand foi convidado a proferir uma palestra intitulada "Monarquia e Igreja" e deu declarações a imprensa local, onde referiu "Não conheço um brasileiro que diga, de boca cheia, que a República deu certo no país. Dizem que este sistema de governo é melhor porque o povo elege seu representante. Mas, numa eleição nós não escolhemos nada: o que fazemos é optar por alternativas que os partidos políticos oferecem. Os custos das eleições são astronômicos, resultando em episódios como mensalões, petrolões e tudo o que a gente não fica sabendo. E todo esse dinheiro sai do bolso do povo."

Ao término da palestra, o Príncipe completou: "Está muito mais fácil falar atualmente com os jovens sobre monarquia, do que há alguns anos. Esperamos que o Brasil volte a ser um país honesto. Vivemos num país que possui a maior área cultivável e o melhor clima do mundo, além de um povo bondoso e afetuoso. Vou terminar a palestra lembrando o filósofo Sócrates, que, respondendo a pessoas que gostariam de saber como alguém poderia voltar a ser feliz, disse que bastaria apenas que essa pessoa fizesse o que fazia no tempo em que era feliz". 

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Museu Imperial comemora o 189º aniversário de d. Pedro II


Na próxima sexta-feira, dia 05 de dezembro, o Museu Imperial comemora o 189º aniversário de d. Pedro II. Com objetivo de reviver a tradição iniciada em 1839, quando as reuniões da Instituição ocorriam na residência oficial do Imperador D. Pedro II, o Paço de São Cristóvão, uma comitiva formada por pesquisadores do IHGB subirá a serra para a 6ª sessão do Centro de Estudos e Pesquisas Históricas no Palácio Imperial de Petrópolis, residência favorita do imperador, e que hoje abriga o Museu Imperial. O evento que terá início às 14h30 contará com membros do CEPHAS/IHGB, do IHP, da Família Imperial, autoridades, convidados e interessados.

Na ocasião, será realizada palestra do sócio do IHGB Luiz Felipe de Seixas Corrêa, que foi Cônsul do Brasil em Nova York e Embaixador na Alemanha e Itália, com o título: O marquês de Paraná: seu papel na política interna e na política externa do Império.



Museu Imperial/Ibram/MinC
Endereço: Rua da Imperatriz, 220 – Centro – Petrópolis, RJ
Telefones: (24) 2233-0300 / (24) 2233-0360
E-mail: mimp.faleconosco@museus.gov.br
Site: www.museuimperial.gov.br
Twitter: @museuimperial
Facebook: www.facebook.com/museuimperial

domingo, 16 de novembro de 2014

15 de novembro: reforma ou restauração?

Por Dionatan da Silveira Cunha

A república acaba de completar 125 anos sem que ninguém consiga lembrar algum benefício trazido pelo golpe de 1889. Um século marcado por 12 Estados de sítio, 17 atos institucionais, seis dissoluções do Congresso, 19 rebeliões, duas renúncias presidenciais, três presidentes impedidos de tomar posse, quatro presidentes depostos, sete Constituições diferentes, dois longos períodos ditatoriais e nove governos autoritários. São 125 anos de corrupção, roubos, inseguranças e incertezas. Desde Deodoro da Fonseca até Dilma Rousseff uma sucessão inacabável de escândalos e desrespeito a coisa pública.

Dilma e Aécio: síntese da república 
Imagem: Globo


Consolidando esta verdade, assistiu-se em outubro a mais uma triste piada da república: as eleições 2014. Os brasileiros foram chamados às urnas para a "festa da democracia", verdadeiro apanágio a vontade da maioria (aparelhada pelo sistema terrorista que se estabeleceu), numa triste disputa entre o ruim e o pior. As prévias já demonstravam o resultado. Candidatos de péssimo nível intelectual, deficientes de formação primária, alguns comprometidos com ideologias falidas - contrárias à vontade da maioria dos brasileiros, outros (se não os mesmos) de baixeza moral e ética jamais vistas. Aqueles eram os possíveis representantes do Brasil.

As eleições foram uma disputa de partidos aliados à tradicional corrupção de Brasília e a participação de medonhos, apesar de muito pitorescos, partidos nanicos. O resultado não poderia ser outro: ganhou Dilma, perderam os Brasileiros.

Estas eleições serviram para mostrar que o mais famoso dos dispositivos da república, "a vontade da maioria", é contraditório no Brasil, pois 48,36% da população votaram em Aécio Neves e a soma de abstenção, brancos e nulos alcançou 27,7%. Numa livre tradução da vontade popular, mais de 75%, a maioria dos brasileiros, não quer Dilma Roussef no poder.  

Mesmo assim saiu vitoriosa Dilma. Aquela mesma guerrilheira, que com seus 66 anos de idade, 46 dos quais ligados à revolução, parece não perder as esperanças de ressuscitar um idealismo falido como o comunismo. Numa rápida retrospectiva, pode-se verificar que desde a juventude, autodenominada subversiva, Dilma saqueava bancos, sequestrava pessoas e aterrorizava famílias em nome de seu ideal. Participava clandestinamente de ações armadas, treinando táticas de guerrilha no exterior, onde com maestria aprendeu a usar o fuzil. Foi pressa e alegadamente torturada pelo regime militar.

Parte da ficha criminal de Dilma Rousseff divulgada em rede social
Imagem: divulgação


Fato que desagrada Sua Excelência, mas que não pode deixar de ser mencionado é que ela foi uma das mais entusiastas fundadoras do grupo de Comando da Libertação Nacional, o COLINA, que depois, com seu apoio, fundiu-se com a Vanguarda Popular Revolucionária e se tornou em VAR-P, nada menos que a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, que matou cerca de 100 mil pessoas, entre civis e militares.

Foto escondida: Dilma assalta, junto com Carlos Lamarca, em janeiro de 1969, o 4º Regimento de Infantaria, em Quitaúna, São Paulo
Imagem: JG Pimentel


Na década de 70, veio a Porto Alegre, onde, com os ideais de Marx, Stalin, Lenin e tantos outros "herois" vermelhos, formou-se em Economia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Filou-se a partidos de esquerda e foi uma das fundadoras do PT. Integrou a equipe de governo da Prefeitura de Porto Alegre, administrada a época por populistas como João Antônio Dib e Alceu Collares. Quando Collares foi eleito governador do Rio Grande do Sul, Dilma o acompanhou, tendo por este governador uma gratidão enorme, tão grande que o fez, sem nenhum motivo, Conselheiro da Hidrelétrica de Itaipu. Quando secretaria, seu autoritarismo era tão temido, quanto sua incompetência. Os sucessores de Dilma Rousseff nos cargos públicos sempre se disseram chocados com a incapacidade administrativa da mandataria.

Em 2003, Dilma integrou a equipe de governo de Lula e, a partir de 2008 passou a ser vista como possível sucessora de seu amigo.

Efetivamente, sem nenhuma grande experiência em gestão pública, sem nunca ter chegado a se candidatar para qualquer cargo no legislativo, resolveu tentar a sorte na presidência da república, pleito do qual saiu vitoriosa, em outubro de 2010. Seu governo, mantendo o nível do antecessor, foi marcado por mais de 30 escândalos de corrupção, alguns ainda não investigados.

Campanha da internet compila parte dos escândalos dos dois últimos presidentes da república
Imagem: reprodução


A campanha em 2014 usou estratégias de guerrilha ideológica. O PT, organizado como uma máfia, que com ardilosa e mesquinha maquinação, mandou e-mails e mensagens por celular para grande parte dos eleitores, ameaçando o corte nos benefícios sociais, aparelhou também os Correios para que os carteiros fizessem panfletagem gratuita para Dilma.

Eleitor de São Paulo recebe ameaças por telefone em outubro de 2014
Imagem: reprodução


Como toda a máquina pública a favor, quem venceria Dilma? 

Marina Silva mostrou toda sua insignificância política, assentada numa falsa popularidade arranjada pela imprensa. Era vice de Eduardo Campos, que falecido, acabou por ajudar Marina a crescer nas enganosas pesquisas eleitorais.

Aécio Neves, cujo vice - o Senador Aloysio Nunes, era amigo de Fidel Castro (tendo sido recebido pelo tirano repressor em 2001), demostrou que apesar de seu conjunto raso de ideias e propostas, era o mal menor para o Brasil naquela ocasião. Mesmo assim, decepcionou, sobretudo depois da disputa.

Fidel Castro ensina boas maneiras a Aécio Neves
Imagem: Globo


Após as eleições, multiplicaram-se os protestos dos que defendem o impeachment da presidente Dilma. Protestos que foram abafados por uma mídia refém dos partidos políticos no poder e que se interessam pelo degringolamento total do povo.

Milhares foram à internet denunciar a fraude no sistema eleitoral brasileiro. Urnas onde só funcionava o número 13, outras onde não eram computados os votos, ou casos em que o eleitor mesmo não tendo comparecido a sua sessão eleitoral, já havia votado, foram denunciados ao TSE e nada foi feito. Aliás, o seu presidente, José Antonio Dias Toffoli, amigo pessoal de Dilma e Lula, indicado ao cargo por eles, considerou este pleito um marco histórico para o Brasil. E ironicamente será. O Brasil e os brasileiros relembrarão deste período da história com imensa vergonha e não se custarão a arrancar as páginas dos livros que a escreverem. Por outro lado, as más práticas servem justamente para que com elas se aprenda e se possa contrapor o período de vitórias e glórias.

Mostrando mais um pouco das anedotas desta república, cabe salientar a tentativa infame do governo de valorizar a bondade de Lula e Dilma ao "criar" os benefícios sociais. A “Bolsa Família” foi o campeão deles. Dilma se vangloriou de ter "tirado da miséria mais de 36 milhões de brasileiros", e num contrassenso - este sim - histórico, salientou que sustenta mais de 55 milhões com a dita “Bolsa Família”. Que progresso é este? Vai além quando mensura que mais 1,5 milhões de famílias foram atendidas pelo programa "Minha Casa, Minha Vida", esquecendo-se que apenas 500 mil receberam de fato algum tipo de moradia pelo programa. Dilma também se esqueceu de dizer que o programa de tem cerca de 80% de inadimplência e dentro de alguns meses causará uma grave crise na economia imobiliária. O "Minha Casa, Minha Vida", também é reconhecido pela burocracia e recebeu sérias críticas de brasileiros de baixa renda que não conseguem sair do aluguel. O PT propagandeou o PROUNI que visa "garantir a graduação para todos os brasileiros". Ora, já no Império, quantos brasileiros foram financiados pelo dinheiro do bolso do próprio Imperador para estudar nas melhores universidades do mundo?

O governo federal, a despeito do que a lógica ensina, defende um sistemático enfraquecimento educacional, pedagógico e, principalmente, intelectual das universidades públicas, criando bolsas de estudos nas, não menos debilitadas universidades particulares. Criando bolsas de estudos, não se preocupa com o nível da educação no país, que conforme a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - OCDE, num ranking de 36 países, o Brasil ocupa a 35º posição. Não se pode criar escolas, universidades, sem se preocupar com a formação dos professores.

Dilma afirma que PRONATEC tem mais valor que graduação
Imagem: reprodução 


Quem pode atestar esta incongruência entre a ilusão criada pelo PT e a realidade do povo é a economista, atualmente desempregada, Elisabeth Maria Costa Timbó, de 55 anos, a quem, durante debate na Rede Globo, Dilma mandou fazer um curso do PRONATEC para que possa buscar emprego de nível técnico. Esta afirmação não deve surpreender àqueles que já conhecem o governo petista. Lula sempre disse que se orgulhava de nunca ter sentado num banco de universidade, sendo muito sincero quanto ao despreparo para exercer a função de presidente.

Campanha da internet mostra Lula "lendo" um livro de "cabeça para baixo"
Imagem: reprodução


Claramente eleitoreiro, o governo esquece que a fórmula básica para se medir a eficácia dos programas sociais é simples: mesura-se o número de pessoas que deixaram de recebê-lo, ao invés do número de pessoas que se tornam dependentes. 

Como se não bastasse, as eleições no Brasil se deram num mar de lama. Entre denúncias de corrupção numas das maiores estatais do país, construção de portos em países comunistas, criação de aeroportos em fazendas privadas e nepotismo de todos os lados. As ideias e as boas propostas ficaram desconhecidas dos brasileiros. Os debates eram ataques pessoais. Uma disputa entre partidos e pessoas. Ficou muito claro que a disputa não era pelo governo do Brasil - no melhor sentido da expressão, mas sim pelos cargos, pelo dinheiro, pelo poder.

A culpa é de Dilma, Aécio, Marina? De Lula, FHC ou Sarney? Não. Isso é a síntese da república.

Para melhorar tudo isso, alguns defendem a reforma política. Como defender uma reforma numa casa onde todos os alicerces estão corrompidos, abalados? Não se pode acreditar em qualquer reforma com os valores, com a ética e com a moral da forma como se apresenta. Que propostas de mudanças sérias virão da parte de políticos corruptos? Ou de sindicatos e associações dominadas pelo governo? Acreditar nisso é ingenuidade ou completa má vontade.

Mas a corrupção, a desonestidade, a falta de valores morais e éticos está na gênese da república. No Brasil isso é muito mais evidente, pois a república nasceu de um golpe de Estado, sem aprovação popular, nunca foi democrática, desrespeita todos os brasileiros e agora, deixa-os num estado de dependência brutal, afrontando a dignidade humana.

Como acreditar numa república que a cada quatro anos impõe/determina/convoca o eleitor para "eleger" um candidato já escolhido dentro de um grupo de interesses? O candidato para se eleger, sempre está preso a acordos partidários e com empresas e pessoas que financiaram sua campanha. Eleito, o líder do executivo ou o membro de legislativo deverá, obrigatoriamente, favorecer àqueles grupos que o elegeram e, mais do que isso, deverá prover recursos para que seu partido se sustente e avance durante seu governo. Foi o que aconteceu com FHC, com Lula e com Dilma. É uma das premissas da república. E, pior, findando o seu governo, este deverá roubar o quanto puder, para que garanta o sustento daqueles milhares de cargos de confiança, diretores, secretários, ministros, funcionários de baixo e alto escalão que usaram a estrutura pública como cabide de emprego durante aquela temporada.

Outro fator digno de nota na república, é que o presidente eleito, alegando ter de "ajeitar a casa" não apresenta resultado algum nos dois primeiros anos de governo e nos outros dois restantes, preocupa-se apenas com sua reeleição ou eleição de seu sucessor. E o que dizer do legislativo? A situação federal, que se repete nos Estados e nos municípios, exige que o governo tenha maioria de aliados no parlamento para que possa governar. Mesmo que o governo tenha a dita maioria, fica difícil analisar qualquer proposta, pois os deputados e senadores trabalham apenas 3 dias na semana.

A crise nas instituições afeta também o Judiciário, onde o executivo tem autonomia para indicar Ministros. Para se ter uma ideia, em 2016 o PT terá indicado dez dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal. Nesta situação, qual será o resultado do julgamento dos casos de corrupção envolvendo os membros do governo? Isso é a república. O governo, em especial o PT – extremamente republicano, tenta subjugar até mesmo as Forças Armadas, outrora tão fortes e pujantes, enfraquecendo-as e a cada ano e as humilhando mais e mais.

A Monarquia é superior a tudo isso!

É contra tudo isso que os monarquistas combatem. Uma disputa injusta. Uma batalha contra organismos que lucram dinheiro, prestígio e poder com este estado de coisas. As propostas sérias e honestas da Monarquia para o Brasil estão aí e podem ser conferidas no Blog Monarquia Já e em tantas outras páginas que surgiram nos últimos anos para defender a revitalização da Pátria. É com confiança que se vê um número cada vez maior de monarquistas surgindo, sobretudo jovens, em todo o Brasil. As movimentações de Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, bem como de Dom Antonio e sua família, são a certeza de que a alegria e  a emoção  com que a população os recebem, confirmam que no peito de cada brasileiro bate um coração monarquista.

Contra fatos não existem argumentos. O país não necessita de uma reforma política, tampouco estrutural. O Brasil precisa, sem perda de tempo, de uma restauração completa.                                    

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Encontro Monárquico Sul Brasileiro discute temas ligados a História, a tradição e ao futuro do Brasil


Mais de 100 pessoas estiveram presentes ao Encontro Monárquico Sul Brasileiro, no sábado, 08 de novembro, no salão Season do Hotel Bourbon Convention, em Curitiba. Monarquistas de diversas partes do Brasil - inúmeros jovens e muitos decanos -, autoridades do Paraná e membros da sociedade local discutiram temas ligados a História, a tradição e ao futuro do Brasil. 

Às 9h45, Dr. Mozart Heitor França, distinto advogado curitibano e presidente da Frente Dom Pedro II, pormotora do evento, deu boas vindas aos participantes. Tomou a palavra, na sequência, a Professora Clotilde Germiniani, que discorreu sobre os ilustres monarquistas, membros de entidades cívicas e culturais, falecidos no último período, elucidando seus contributos ao Estado do Paraná e ao Brasil.  
O Visconde de Guarapuava, grande homem do Império - verdadeiro exemplo de político, foi relembrado pelo Excelentíssimo Procurador de Justiça (1989-1992), Dr. Luiz Chemim Guimarães. O palestrante referiu que Antônio de Sá Camargo, Barão, depois Visconde de Guarapuava (1807 - 1896) foi Chefe Superior da Guarda Nacional no Paraná, deputado e vice-presidente da mesma Província, estruturador da cidade de Palmeira e de outras vilas dos Campos Gerais, sendo também um dos maiores beneméritos de entidades assitenciais e culturais da região. Ajudou a construir, entre outras instituições, a Biblioteca Pública do Paraná e a Santa Casa de Misericórdia.  Como grande prova de civismo e amor à Pátria, o Visconde ajudou, inclusive, a financiar as tropas brasileiras durante a Guerra do Paraguai.

A partir das 11h15, o Comandante Rui Alexandre Sabatke Gutierrez, Capitão-de-Mar-e-Guerra, palestrou sobre "a inserção da Marinha no contexto brasileiro", abrilhantando o evento com esplanações acerca do trabalho realizado, desde a época da Rainha Dona Maria I e do Rei Dom João VI, grande incentivador das Forças Armadas e da defesa do território nacional, até os dias atuais. Ficou evidente o contrastes na  valorização da Marinha e de seus membros durante a Monarquia e a República.  O palestrante mostrou as importantes contribuições da Marinha, que empreende trabalhos não só em sua área de responsabilidade. Os "návios da esperança" que levam assistência médica e educacional à comunidades ribeirinhas, esquecidas pelo governo da república, foram também apresentadas na palestra. Um dos participantes do evento, no espaço destinado as considerações, mencionou que "a Marinha, com sua missão de zelar pela defesa nacional, pelas garantias dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, é desprezada pelo governo republicano, em especial o atual (com fortes tendências comunistas) que faz dura campanha contra as Forças Armadas". 

Na parte da tarde, os trabalhos foram reiniciados pela jornalista Zélia Sell, apresentadora do programa de rádio "Nossa História", no Paraná, que falou sobre as "Mulheres do Império e seus destinos".

Às 15h45, o médico e advogado, Dr. Laércio Lopes de Araújo iniciou sua palestra sobre as "Instituições políticas do Império do Brasil", onde com excelentes argumentos esclareceu detalhes da Constituição de 1824, defendo sua atualidade e perfeita aplicação nos dias de hoje. O "Poder Moderador", grande razão da estabilidade do Império, também foi explicado. 



Finalizando o Encontro Monárquico Sul Brasileiro, o Príncipe Imperial do Brasil, S.A.I.R., Dom Bertrand de Orleans e Bragança fez brilhante conferência sobre o Brasil atual e o Brasil que queremos. Reforçando a superioridade da Monarquia e as fragilidades da república. "Engana-se quem pensa que na república elege-se quem se quer - ao contrário - escolhe-se entre três ou quatro candidatos já aprovados por partidos políticos", destacou o Príncipe. Ao término de sua palestra, Dom Bertrand foi ovacionado por toda platéia, que de pé, manifestava o orgulho e a satisfação em ver a disposição do Príncipe e da Casa Imperial em defender os interesses do Brasil e dos brasileiros. 

  

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