quinta-feira, 7 de setembro de 2017

MANIFESTO AOS DISPOSTOS A SERVIR A PÁTRIA EM QUALQUER CAMPO E EM QUALQUER MOMENTO




AOS BRASILEIROS DISPOSTOS A SERVIR A PÁTRIA
EM QUALQUER CAMPO E EM QUALQUER MOMENTO

Mensagem do Chefe da Casa Imperial do Brasil no Dia da Independência

Há 195 anos meu tetravô, o Imperador Dom Pedro I — em boa medida inspirado por Dona Leopoldina — proclamou a Independência do Brasil, com o coração cheio de esperanças pelo futuro da nação que nascia desse feito. 

A proclamação da Independência não se deu como um ato de ruptura com nosso passado, mas procurou seguir a trilha civilizatória que nossos ancestrais vinham imprimindo à Terra de Santa Cruz desde seu nascedouro.

Passados quase dois séculos, desde aquele 7 de Setembro, muitos brasileiros sentem-se desanimados com a desmoralização generalizada das instituições republicanas, com o descrédito acentuado de tantos e tantos de nossos homens públicos. E consideram com apreensão o futuro de nosso vilipendiado Brasil, a quem, entretanto, a Providência dotou de riquezas a bem dizer inesgotáveis, de esplendorosas belezas naturais e de um povo cordato e laborioso.

Como Chefe da Casa Imperial do Brasil, não posso deixar de considerar com especial benevolência o crescente número de nossos patrícios – em grande medida jovens – que se voltam com afeto e esperança para nosso passado monárquico, vendo nele uma saída de continuidade para a imensa crise que se abate sobre o País. O exemplo de nossos maiores é para eles inspirador: Dom João VI, que olhou para o Brasil cheio de bondade, para aqui transladou a capital do Reino Unido e aqui foi aclamado, plantando a semente de nossa nacionalidade; Dom Pedro I, o ardoroso herói da Independência, que se sacrificou pela Pátria; Dom Pedro II, que por meio século garantiu a estabilidade, a paz, a integridade e, sobretudo, a grandeza da Nação; a Princesa Isabel, a Redentora de toda uma raça, que não hesitou em arriscar seu trono para libertar o elemento servil. É, pois, compreensível que cresça a cada dia um legítimo e digno sentimento monárquico, que aguarda alviçareiro sua efetividade política em dias futuros, sempre dentro da observância da ordem. 

A Família Imperial, mesmo durante os 128 anos de regime republicano, soube aproveitar todas as oportunidades para bem servir o Brasil, dentro da mais estrita legalidade. Temos a consciência, como nos ensinaram nossos maiores, que nós, mais ainda do que quaisquer outros brasileiros, temos pesadas obrigações para com a Pátria, e devemos estar dispostos a servi-la em qualquer campo e em qualquer momento que isso nos seja pedido.

Na presente conjuntura histórica, em que um feixe de crises institucionais atinge os fundamentos de nossa nacionalidade e os valores cristãos que sempre a regeram, e em que comoções ideológicas e turbulências externas parecem espreitar à nossa porta, como Chefe da Casa Imperial do Brasil gostaria de dirigir um apelo à sociedade brasileira a que não permita que o desânimo a faça desfalecer ante um presente desolador. Cabe a cada brasileiro empenhar seus esforços para despertar do letargo e do comodismo a muitos de nossos compatriotas, para impedir que as forças minoritárias do caos subjuguem nosso Brasil independente.

Rogo, pois, a Nossa Senhora Aparecida, a quem Dom Pedro I consagrou o Brasil como Rainha e Padroeira, que guie nosso povo na presente conjuntura, para que alcance o futuro de grandeza e de esperança cristãs que palpita no coração de cada verdadeiro brasileiro.

São Paulo, 7 de Setembro de 2017
Dom Luiz de Orleans e Bragança
Chefe da Casa Imperial do Brasil

domingo, 16 de julho de 2017

Os 170 anos da Princesa Dona Leopoldina

Celebrando os 170 anos de nascimento da Princesa Dona Leopoldina, Princesa brasileira e Duquesa de Saxe, bem como os 86 anos de seu bisneto, Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança, o Blog Monarquia Já pública um artigo de autoria de Gustavo Barroso, sobre a bela e virtuosa segunda filha do Imperador Dom Pedro II: 

A SEGUNDA FILHA DE D. PEDRO II 
Por Gustavo Barrosso

Dona Lepoldina e Dona Isabel em pintura inédita e nunca divulgada. O quadro pertence a coleção privada de membros da Família Imperial do Brasil


Em documento de sua autoria, a Princesa D. Isabel a Redentora, - filha mais velha de D. Pedro II, diz o seguinte: "A 2 de dezembro de 1864, chegavam ao Rio o Conde d'Eu e o Duque de Saxe. Meu pai desejava essa viagem, tendo em mira nossos casamentos. Pensava-se no Conde d'Eu para minha irmã e no Duque de Saxe para mim. Deus e nossos corações decidiram diferentemente, e a 15 de outubro de 1864 tinha eu a felicidade de desposar o Conde d'Eu..." Por essa confissão, mais uma vez se verifica que o homem põe e Deus dispõe, como bem diz o povo, juiz de multimilenar sabedoria. O coração das princesas, imperiais desviou desta sorte o curso dos arranjos políticos e o Duque de Saxe, ao invés de Príncipe Consorte da herdeira do trono do Brasil, se tornou marido da segunda filha do Imperador. 

Era esta D. Leopoldina, nascida no Rio de Janeiro a 13 de julho de 1847, então com 17 anos de idade, de beleza comparável à de D. Francisca, Princesa de Joinville, sua tia e madrinha, e à de D. Amélia de Beauharnais, neta de Josefina Bonaparte e segunda mulher de D. Pedro I. A projeção histórica de D. Isabel, três vezes Regente do Império, herdeira da coroa e libertadora dos escravos sombreou a figura de sua irmã mais moça, cujo destino foi menos brilhante em sua curta trajetória pelo mundo. Mas a formosura, o recato, a simplicidade, a discrição e a graça da segunda filha de D. Pedro II tornam a sua figura extraordinariamente simpática aos que estudam a vida e os atos das pessoas da Casa Imperial.

Seu marido, Luís Augusto de Saxe Coburgo Gotha, Duque de Saxe, pertencente à mais ilustre casa que dera e ainda daria príncipes consortes e soberanos para vários tronos europeus, irmão do futuro czar dos búlgaros, sobrinho de D. Fernando, marido de D. Maria II de Portugal,primo do Rei Leopoldo da Bélgica e do Príncipe Alberto, esposo da Rainha Vitória da Inglaterra, nascera no Castelo d'Eu, em França, em 9 de outubro de 1845. Era, portanto, somente dois anos mais velho do que sua mulher. 

Os casamentos das filhas de D. Pedro II, celebrados ambos sendo Ministro do Império o Conselheiro José Liberato Barroso, realizaram-se em datas diversas. O de D. Isabel com o Conde d'Eu, como já ficou dito, a 15 de outubro de 1864. O de D. Leopoldina com o Duque de Saxe, a 15 de dezembro do mesmo ano. O primeiro foi nomeado marechal do Exército brasileiro; o segundo, almirante da Esquadra Imperial. Os dois estiveram presentes à rendição de Uruguaiana e o Conde d'Eu foi o comandante-chefe de nossas forças vitoriosas no último período da campanha do Paraguai. 

Do consórcio da filha segunda de D. Pedro II com o Duque de Saxe nasceu a 19 de março de 1866 no Rio de Janeiro o Príncipe D. Pedro de Alcântara Augusto Luís Maria Miguel Gabriel Rafael Gonzaga. conhecido na nossa História simplesmente como D. Pedro Augusto, neto preferido do Imperador e da Imperatriz, pela inteligência, amor ao estudo e dedicação aos avós que o educaram. Pouca gente sabe que durante nove anos, de 1866 a 1875, isto é, até nascer D. Pedro de Alcântara, filho primogênito de D. Isabel e do Conde d'Eu, de acordo com a Constituição do Império, foi D. Pedro Augusto considerado herdeiro presuntivo da coroa. Vale dizer que, se nesse espaço de tempo falecessem D. Pedro II e D. Isabel, ao trono imperial do Brasil subiria um representante da velha e nobre casa de Saxe Coburgo Gotha. É corrente ter havido até certo movimento de opinião nas rodas do Paço de S. Cristóvão e nos círculos políticos favorável à apresentação às Câmaras duma emenda constitucional regulando a sucessão da coroa a favor do neto mais velho do Imperador.

Chamou-se o segundo filho de D. Leopoldina e do Duque de Saxe, D. Augusto Leopoldo, tendo nascido no Rio de Janeiro a 6 de dezembro de 1867. Era arrebatado de gênio e dado a conquistas amorosas como seu bisavô D. Pedro 1. Casou em 1904 com D. Carolina, Arquiduquesa da Áustria, e teve oito filhos. Ainda no Rio, a 21 de maio de 1869, nasceu o terceiro filho do casal, D. José Fernando, que faleceu solteiro em 1888. Já o quarto filho, D. Luís Gastão, nasceu no Castelo de Ebenthal a 14 de setembro de 1870, veio ao Brasil e casou duas vezes, a primeira com a Princesa Matilde da Baviera, a segunda com a Condessa Maria Ana de Trauttmansdorf-Weinsberg. 

Como se vê, a segunda filha do Imperador e seu esposo retiraram-se para a Europa em 1870 e ali em breve D. Leopoldina se extinguiria, vítima dum ataque de tifo, que a levou para o túmulo no Castelo de Ebenthal, a 7 de fevereiro de 1871. Tinha somente 24 anos de idade. É compreensível, pois, a afeição que D. Pedro II e D. Teresa Cristina dedicaram ao Príncipe D. Pedro Augusto, que representava a filha morta em plena mocidade e que correspondia plenamente pela sua formação mental e seu caráter a esse sentimento de seus avós. Uma anedota relatada por Múcio Teixeira pinta, como zelava D. Pedro II pela educação moral do seu neto. Tendo ido D. Pedro Augusto a um baile na casa duma fidalga, no Rio Comprido, dele somente voltou alta madrugada. Ao entrar no seu aposento do Paço de S. Cristóvão, deparou com espanto o Imperador deitado em sua cama, lendo à luz duma vela o D. Quixote. D. Pedro 11 levantou-se à sua chegada e disse- lhe risonho: "- Filho, a cama dum rapaz solteiro não deve ficar abandonada a noite inteira. Vi-a tão solitária que lhe vim fazer companhia. Peço-te apenas que me não obrigues a repetir esta noitada, porque os velhos não devem alterar seus hábitos e só tu me obrigarias a isto." 

A lição serviu e nunca mais o jovem Príncipe passou uma noite fora de casa. Esse rapaz educado tão nobre e severamente foi quem mais sofreu o golpe desfechado sobre o velho Imperador a 15 de novembro de 1889. O choque sofrido nessa ocasião abalou de tal modo D. Pedro Augusto, feriu-o tão profundamente que chegou na Europa com o juízo afetado. Depois de cuidadoso tratamento, melhorou consideravelmente. Em vias de pleno restabelecimento, a morte do avô exilado em Paris causou-lhe tamanha mágoa que a insanidade voltou. Então, foi internado no Hospício de Tulln, na Baixa Áustria, onde veio a falecer a 7 de julho de 1934. 

Seu irmão D. Augusto Leopoldo, marido da Arquiduquesa Carolina da Áustria, serviu, sem perder os direitos de cidadão brasileiro, por decisão do Imperador Francisco José, na Marinha austríaca, tendo feito brilhante exame de admissão, graças ao curso que tirara na Marinha do Brasil. De sua correspondência mantida no decurso de longos anos com amigos brasileiros, sobretudo os Barões da Estrela e de Maia Monteiro, se vê que nunca se pôde acostumar de todo à vida da Europa e constantemente carpia saudades de sua pátria. Quando revogado o banimento da Família Imperial pelo Presidente Epitácio Pessoa, pretendia D. Augusto Leopoldo vir ao Brasil; mas o destino não lhe permitiu a satisfação dessa vontade: faleceu a 11 de agosto de 1922 no Castelo de Schladming. A única pessoa da Casa de Saxe-Coburgo-Gotha Bragança, formada pelo casamento da segunda filha de D. Pedro li, que pisou terras do Brasil depois do exílio da Família Imperial foi D. Teresa Cristina Maria, sua filha, em companhia de seu esposo, no ano de 1938. 

D. Leopoldina e seu marido, enquanto viveram no Brasil, ocuparam o Palácio denominado do Duque de Saxe, que ficava ao pé da Quinta da Boavista, num parque limitado dum lado pela atual Rua General Canabarro e do outro pela Central do Brasil, terrenos cortados atualmente pela Avenida Maracanã. Nesse palácio, morou após a partida dos pais para a Europa, quando se tornou homem, o Príncipe D. Pedro Augusto. Restaurou-o com o maior gosto, mobiliou-o com alfaias de valor trazidas da Alemanha e ali deu recepções e banquetes que fizeram época. Com a proclamação da República, essas relíquias foram dispersadas em apressado leilão, a casa entregue ao Ministério da Guerra e por fim destruída para dar lugar a novas construções. Do Palácio do Duque de Saxe restam somente hoje dois dunquerques com altos espelhos brasonados e dourados, felizmente recolhidos ao Museu Histórico Nacional. Suas faces, inúmeras vezes, nos bons tempos idos, refletiram a face pensativa do jovem D. Pedro Augusto, destinado à loucura, e a peregrina beleza da segunda filha de D. Pedro II, D. Leopoldina Teresa Francisca Carolina de Bourbon Bragança e Saxe-Coburgo-Gotha, destinada a uma morte prematura longe da família e da pátria. Suave e graciosa figura, cheia de beleza, de virtude e de modéstia, que as circunstâncias da vida levaram para longe do país natal como folha que o vento açoita. 

O autor, Gustavo Barrosso (1888 - 1959), foi um professor, advogado, escritor, cronista, museologo, romancista brasileiro. Intelectual de renome, foi fundador e primeiro diretor do Museu Histórico Nacional, foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras e de vários institutos e agremiaçoes relacionadas a história, ciência e artes, muitas das quais internacionais. Por sua importância, Gustavo Barrosso foi destuinguido com altas comendas na Europa. 



Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança, bisneto de Dona Leopoldina, dos brasileiros que mais conhecem a história e amam o Brasil 

No ano em que se comemora o 170º ano do nascimento da Princesa Dona Leopoldina, o Blog Monarquia Já rende homenagens a Duquesa de Saxe, que pela sua importancia e distinção, merece ser para sempre lembrada. A seu descedente direto, Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança, que no passado dia 16 de julho completou 86 anos, a edição parabeniza, reforçando a admiração, dedicação e fidelidade a sua figura e a este Ramo da Família Imperial

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Monarquia brasileira repercute na Itália

EXCLUSIVO: Bandeira Imperial Brasileira é hasteada permanentemente em Roma, na Itália.

No último dia 21 de março, a bandeira Imperial Brasileira foi hasteada em caráter permanente no Instituto Nacional pela Guarda de Honra dos Túmulos Reais da Família de Savóia, na capital italiana. O prestigioso fato se deu por iniciativa do advogado e destacado monarquista Dr. Eduardo Tozzini, que sendo investido como guarda de honra desta instituição, na qualidade de fiel monarquista brasileiro, portava sua bandeira Imperial. Elogiado pelo alto dignatário, o Comandante italiano Dr. Ugo D'Atri, Dr. Tozzini ofereceu o estandarte ao Instituto, sendo entusiasticamente aceito e passando a ser hasteado de forma definitiva na sede de Roma. 

Na imagem, da esquerda para direita, o Comandante Dr. Ugo D’Atri e Eduardo Tozzini, do Brasil
Imagem: Blog Monarquia Já


O Instituto Nacional pela Guarda de Honra dos Túmulos Reais da Família de Savóia, no Pantheon, em Roma, que recebeu o Dr. Eduardo Tozzini, é ligado ao Ministério da Defesa daquele país e tem a finalidade de manter viva a memória ligada à Casa de Savóia e as tradições militares italianas. Atualmente é a mais antiga associação combatentística e de arma existente na Itália e o mais antigo instituto monarquista, criado em 1878 sob aprovação de Sua Majestade, o Rei Umberto I de Savóia. 

Dr. Ugo D'Atri, Dra. Soraya Lebbos e o Dr. Eduardo Tozzini com a Bandeira Imperial
Imagem: Blog Monarquia Já

Na imagem acima, da esquerda para direita, o Comandante Dr. Ugo D’Atri, a Secretária do Instituto Nacional da Guarda de Honra dos Túmulos Reais do Pantheon e Dama da Ordem do Mérito da Casa de Savóia, Sra. Maria Letizia Giovannini, a advogada Soraya Lebbos e o advogado Eduardo Tozzini, do Brasil
Imagem: Blog Monarquia Já

O Dr. Eduardo Tozzini, monarquista itálo-brasileiro, admitido como guarda de honra dos Túmulos dos Reis da Casa de Savóia
Imagem: Blog Monarquia Já


O Dr. Eduardo Tozzini, natural de Londrina, no estado do Paraná, contribui de forma voluntária para a causa monárquica nacional, participando e palestrando em Encontros Monárquicos nacionais e representando a Frente Dom Pedro II, tradicional órgão paranaense, em eventos pelo mundo. 

A divulgação da causa monárquica brasileira na Itália, com o hasteamento oficial da Bandeira Imperial do Brasil, representa uma grande conquista e inédita divulgação do crescente e promissor Movimento Monárquico Brasileiro. 

O fato foi noticiado pelo DIRE - Agenzia di Satmpa Nacionale, da Itália.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

O batizado do Conde Lorenz de Stolberg-Stolberg

Ainda em 2016, no mais belo e tradicional templo católico da Bélgica, a Igreja de Notre Dame du Sablon, em Bruxelas, o sobrinho-neto do Chefe da Casa Imperial do Brasil foi batizado.  

A Igreja de Notre Dame du Sablon, em Bruxelas. Em um de seus vitrais pode-se ver o brasão da Família dos Condes de Stolberg-Stolberg
Imagem: divulgação 


O Conde Lorenz, segundo filho do Conde Alexander de Stolberg-Stolberg e de sua esposa, a Condessa Dona Isabel, nascida Princesa de Orleans e Bragança, recebeu este nome (em português Lourenço) em honra de São Lourenço Justiniano (1381 - 1456), Patriarca de Veneza, grande exemplo das virtudes e de serviço ao Nosso Senhor, cuja memoria litúrgica, no calendário tridentino, celebra-se em 5 de setembro, data do nascimento do pequeno Conde. Seu nome completo de batismo é Lorenz Joseph Christian Vincenz Diniz Michael Maria.  

O Padre Alessandro de Bourbon - Duas Sicílias celebra o batizado do Conde Lorenz de Stolberg-Stolberg 
Imagem: Blog Monarquia Já 

Na pia batismal, os padrinhos, S.A.R., a Princesa Dona Maria da Gloria de Orleans e Bragança e S.A.I., o Conde Maximilian de Stolberg-Stolberg, junto de toda a assistência, comprometem-se durante o primeiro sacramento do pequeno Conde  
Imagem: Blog Monarquia Já


Foi madrinha, sua tia – irmã de sua mãe, a Princesa Dona Maria da Gloria de Orleans e Bragança, e padrinho, seu tio – irmão de seu pai, o Conde Maximilian de Stolberg-Stolberg. Para a cerimônia, celebrada no rito tradicional, foi composto livreto próprio que na capa ostentava os brasões do Império do Brasil e da Família Stolberg-Stolberg. Oficiou a celebração o Padre Alessandro de Bourbon - Duas Sicílias, primo de Dona Isabel. Cerca de 70 pessoas, dentre os quais membros da Família Imperial brasileira, a Família dos Príncipes de Ligne e os Conde de Stolberg-Stolberg assistiram ao primeiro sacramento do Conde Lorenz.  

O pequeno Conde Lorenz é neto, através de sua mãe, do Príncipe Dom Fernando e da Princesa Dona Maria da Graça de Orleans e Bragança, sendo, portanto, o 18º bisneto do Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança (1909 - 1981), Chefe da Casa Imperial do Brasil (1922 - 1981) e da Princesa Dona Maria de Orleans e Bragança (1914 - 2011), nascida Princesa da Baviera. Por seu pai, o Conde Lorenz é neto dos Condes Franz Joseph e Jacqueline de Stolberg-Stolberg, de Casa de antiga e prestigiada nobreza da Europa, tendo antepassados que já permeavam a história desde 1200. 

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

COLUNA OPINIÃO: Coincidência ou Manipulação Coletiva?

Na coluna OPINIÃO, o Blog Monarquia Já pública o artigo do monarquista gaúcho Edenilson Luiz da Gama, sobre um importante tema, a manipulação coletiva sobre a Monarquia no Brasil. Acompanhe:

COLUNA OPINIÃO: Coincidência ou Manipulação Coletiva?

Por Edenilson Luiz da Gama¹

A Rede Globo já começou a gravar a sua próxima trama das seis, "Novo Mundo". Nela, o casal protagonista Anna Millman (Isabelle Drummond) e Joaquim Martinho (Chay Suede) embarcam na comitiva da Imperatriz Dona Leopoldina (Letícia Colin), quando de sua vinda ao Brasil para casar-se com Dom Pedro I (Caio Castro). A trama misturará a aventura do jovem casal à eventos e personagens reais da história brasileira, como o Rei Dom João VI (Leo Jaime), a Rainha Dona Carlota Joaquina (Giulia Gam) e José Bonifácio (Felipe Camargo).

Mais um deserviço da Rede Globo. Joaquim Martinho e Anna Millman serão interpretados por Chay Suede e Isabelle Drummond
Imagem: Fabrício Bianchi Gshow


Mas porque estou falando sobre isso e o que as imagens têm a ver com o assunto? Explico.

É fato mais que provado que quem modela o imaginário coletivo, modela o horizonte de consciência das pessoas, e quem modela o horizonte de consciência, estabelece a maneira como certos assuntos serão pensados, discutidos e percebidos pela opinião pública.

Por essa razão, os engenheiros sociais sempre focaram suas ações na cultura e linguagem, tratando a política imediata apenas como uma necessidade secundária, uma espécie de "controle de danos", enquanto a verdadeira tomada de poder iria se sedimentando através da propaganda e da manipulação de símbolos. Prova disso, é que uma das principais medidas tomadas por Hitler, após conquistar o poder, foi a criação do Ministério do Reich, que tinha como umas das principais divisões um departamento de propaganda, para esclarecimento popular, que, sob o comando de Joseph Goebbels, tinha como missão transmitir a doutrina nazista através de filmes, teatro, obras de arte, música, livros, etc.

Pois bem, de uns tempos pra cá, devido ao caos político que vivemos, a ideia de uma restauração monárquica no Brasil têm saído de círculos fechados e tomado cada vez mais espaço nas redes sociais. Cenário impensável há 10 anos. Hoje colunistas da grande mídia e deputados já se posicionam abertamente em favor da Monarquia, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança é entrevistado em programa de rádios e televisão, dentro os quais o da Rede TV, e Dom Luiz Philippe de Orleans e Bragança - sobrinho de Dom Bertrand e um dos principais líderes dos movimentos civis pró-impeachment - alcança público cada vez maior, seja por sua atuação na militância, seja pela presença em jornais e programas populares, como o “Pânico” da Jovem Pam.

Nesse cenário de modesto, mas constante, crescimento da proposta monárquica, coincidentemente, as duas maiores emissoras do país iniciam projetos televisivos desenhados sob o pano de fundo da Monarquia - "Novo mundo", na Globo, e "Belaventura", na Record, que também pretende trazer este tema.

Como sou da opinião de que nada é mais raro que a coincidência e que esses projetos certamente produzirão efeitos sobre a percepção das pessoas acerca desse movimento político nascente, logo me pus atento. Não que o imaginário sobre a Monarquia precise ser mais manchado através da manipulação suja. O brasileiro já aprende desde a infância que a Monarquia era um atraso, que Dom João VI era um gordo, comedor de coxas de frango (graças ao filme de Carla Camurati reproduzido em todas as escolas do país), que a Família Imperial vivia no luxo enquanto escravizava os negros, que a república libertou o Brasil, etc. Em suma, uma versão completamente mentirosa da realidade, nascida pela aplicação ao período monárquico da boa e velha luta de classes marxista, uma visão compartilhada por 99% dos nosso historiadores e imposta às pessoas via sistema educacional e cultural.

Mas, como dizia, quando soube destes projetos, graças ao meu amigo Taiguara, uma luz de perigo acendeu na minha cabeça. Dado o alcance e capacidade de influência, achei por bem fazer uma rápida pesquisa sobre quem eram e o que pensavam os autores da trama da Globo. Eis o que achei:

- Alessandro Marson: a tomar por suas redes sociais, embora seja de Campinas, é o típico Carioca que "Fecha com Freixo". Elogia artigos de "Frei" Beto e Gregório Duvivier, milita em favor da causa LGBT, é admirador do glorioso Jean Wyllys, coloca foto de capa em Homenagem à Luciana Genro, e, como não poderia deixar de ser, abomina o "fascista" Jair Bolsonaro.

- Thereza Falcão: defende a democrática ideia de que líderes religiosos não devem se candidatar - como se a religião transformasse o indivíduo em um cidadão de segunda classe, sem direitos políticos. Também "Fecha com Freixo" e é uma entusiasta e defensora de Jean Wyllys, grita #ForaTemer junto com Caetano Veloso e, como não poderia deixar de ser, abomina o "fascista" Jair Bolsonaro.

Agora me digam: qual visão sobre o período monárquico terão dois socialistas desse naipe, admiradores do PSOL e de figuras como Jean Wyllys, que mostram professar toda a agenda cultural esquerdista que devastou o país?

Não sei a opinião dos leitores, mas eu arriscaria dizer que essa novela será um exercício de manipulação ideológica, pura e simples. A verdade histórica será deixada de lado e será feito todo o possível para inocular nos telespectadores - gente que talvez nunca tenha acesso à história senão por meio de novelas e filmes - uma visão completamente deturpada da Monarquia, seus personagens, sua importância e seu significado para o passado e futuro do país.

Esse projeto não será uma novela, será uma vacina contra a Monarquia no Brasil.


¹ O autor é militante, monarquista gaúcho da cidade de Erechim, tem 44 anos e atua na área da Segurança Privada.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Descendência dos Imperadores do Brasil: a Família dos Condes de Stolberg

Honrosamente e com exclusividade, o Blog Monarquia Já divulga as duas primeiras imagens publicas da Princesa Dona Isabel de Orleans e Bragança, Condessa de Stolberg, e do marido, o Conde Alexander, acompanhados dos dois filhos, os pequenos Condes Louis e Lorenz (em português Luiz e Lourenço).

A Condessa Dona Isabel, nascida Princesa de Orleans e Bragança, segura o filho, o Conde Lorenz, acompanhada de seu marido, o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg, que tem nos braços o Conde Louis
Imagem: Blog Monarquia Já 


Em outra imagem, o Conde Alexander e a Condessa Dona Isabel, acompanhados dos filhos, posam próximo a árvore de natal de sua residência.

A Família junto ao pinheiro de Natal
Imagem: Blog Monarquia Já


Dona Isabel, nascida Princesa de Orleans e Bragança, é filha do Príncipe Dom Fernando de da Princesa Dona Maria da Graça de Orleans e Bragança, sendo, portanto, sobrinha de S.A.I.R., o Príncipe Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil. Casou-se em 2009, numa histórica cerimônia no Rio de Janeiro, com o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg, de antiga e prestigiada Família nobre mediatizada da Alemanha. O Conde Alexander, atencioso e interessado, acompanha da Europa, onde reside com sua família, os acontecimentos no Brasil, colaborando com os ideais monarquistas. Ativo, participou do Encontro Monárquico Nacional de 2015.

O Cartão de Natal do Chefe da Casa Imperial do Brasil

A grande alegria do renascimento de Cristo, Nosso Senhor, é motivo dos envios dos tradicionais cartões de Natal pelas Famílias Reais cristãs do mundo inteiro. No Brasil, não é diferente. O Chefe da Casa Imperial, o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, enviou inúmeros cartões aos brasileiros com seus votos. Veja nas imagens:  

Capa: São Pedro de Alcântara, Padroeiro do Brasil, na Basílica de São Pedro, em Roma



MENSAGEM DE NATAL DO CHEFE DA CASA IMPERIAL DO BRASIL


Transcrição: 

Meus muito caros Brasileiros,

"Glória a Deus no mais alto dos Céus, e paz na Terra aos homens de boa vontade (Lc. 2,14)", ouviram os santos pastores quando acorreram à gruta de Belém para adorarem o Menino Jesus na noite de Natal.

São esses mesmos sentimentos de alma – estou certo disso – que nos unem a todos no fim deste conturbado ano de 2016, no qual os brasileiros saíram às ruas bradando “quero o meu Brasil de volta”, afastando assim as ameaças de uma corrente política que teve a pretensão de nos impor uma ordem de coisas profundamente contrárias às nossas tradições.

Se quisermos o nosso Brasil de volta, isto é, um Brasil grande, virtuoso, com harmonia social e verdadeiro progresso, voltemos confiantes para o Santo Presépio e roguemos a Jesus, Maria e José para que perseveremos em nossos esforços para restaurarmos em nossa Pátria uma civilização autenticamente cristã e monárquica.

Com esse chamado à união, do fundo de meu coração, desejo a todos um Santo Natal e muito abençoado 2017.


São Paulo, Dezembro de 2016

Dom Luiz de Orleans e Bragança
Chefe da Casa Imperial do Brasil

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A mensagem repercutiu no site de notícias "Finíssimo", de Brasília, confira em: https://finissimo.com.br/2016/12/23/chefe-da-casa-imperial-do-brasil-envia-mensagem-de-natal-aos-brasileiros/ 

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Pelo Brasil: As viagens da Família Imperial em nome da Monarquia

No ano de 2016, os membros da Família Imperial estiveram, como sempre, empreendendo grande número de viagens por todo o Brasil. Conforme noticiou o Blog Monarquia Já, os Príncipes estiveram em todas as regiões do território nacional representando os ideais monárquicos.

Acompanhe a notícia da visita dos Príncipes a Santa Catarina e Minas Gerais, elaborado pelo Pró Monarquia:

Em: https://web.facebook.com/promonarquia/  

DOM BERTRAND EM SANTA CATARINA

Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, em Brusque
Imagem: Pró Monarquia


Entre os últimos dias 14 e 16, S.A.I.R. o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, esteve no Estado de Santa Catarina, onde desempenhou extensa agenda de compromissos oficiais, representando a Casa Imperial do Brasil.

A programação teve início na tarde do dia 14, com o desembarque do Príncipe Imperial no Aeroporto Internacional Ministro Victor Konder, em Navegantes, sendo recebido pelo Coordenador do Ciclo Brusquence de Conferências Magnas Temáticas, Prof. Paulo Vendelino Kons, e uma comitiva de autoridades e monarquistas locais. Em seguida, Sua Alteza sobrevoou de helicóptero as antigas Colônias Imperiais de Itajahy e Príncipe Dom Pedro.

Aterrissando na sede da antiga Colônia Nova Itália, em São João Batista, o Príncipe Imperial seguiu a pé, acompanhado por autoridades locais e pela população, para a Igreja de São José, onde foram oficialmente iniciadas as comemorações pelos 180 anos do início da colonização italiana no Brasil. Presentes, centenas de moradores locais, muitos deles representantes das primeiras famílias a imigrarem da Itália para o nosso País, além do Prefeito Vilmar Francisco Machado, do Prefeito eleito Daniel Netto Candido e do Deputado Estadual Serafim Venon.

A Santa Missa Solene foi celebrada pelo Padre Élio Luis Grings, Pároco da Paróquia de São João Batista, e a adoração ao Santíssimo Sacramento foi finalizada com o hino “Tantum Ergo Sacramentum”, composta por Santo Tomás de Aquino e entoado pelo cantor Juliano Mazzola, acompanhado por integrantes da Banda Padre Sabbatini, após a qual foi dada a Bênção Solene. Ato contínuo, no cemitério da igreja, Sua Alteza depositou uma coroa de flores na lápide tumular do pioneiro João José Zunino (1833-1919), natural do antigo Reino da Sardenha, que chegou ao Brasil com apenas três anos de idade.

Em seguida, teve início a solenidade de boas-vindas ao Príncipe Imperial a São João Batista. Na ocasião, foi feita a saudação aos descendentes dos imigrantes italianos pioneiros no Brasil, seguida de pronunciamentos dos representantes do Município de São João Batista. Também foi entoada uma canção em homenagem a Sua Alteza que, em seguida, discursou aos presentes, exaltando a fé e o empreendedorismo dos colonos italianos e a união de vários povos que compõe o Brasil. Por fim, o Príncipe Imperial descerrou uma placa comemorativa dos 180 anos do início da colonização italiana no Brasil, em frente à igreja. Terminadas as solenidades, Sua Alteza lanchou com as autoridades locais, antes de ir se despedir da população.

A comunidade ítalo-brasileira tem um significado especial para a Família Imperial do Brasil, uma vez que a Imperatriz Dona Teresa Cristina, esposa do Imperador Dom Pedro II, era uma Princesa do Reino italiano das Duas Sicílias, e sua vinda para o Brasil serviu de incentivo para que muitos de seus compatriotas também viessem para o nosso País. Mais tarde, sua sobrinha-neta, a Princesa Maria Pia das Duas Sicílias, casou-se com o Príncipe Imperial Dom Luiz do Brasil, neto do Casal Imperial, sendo estes os avós paternos de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, do Príncipe Imperial Dom Bertrand e de seus outros dez irmãos e irmãs.

Na parte da noite, já no município vizinho de Brusque, o Príncipe Imperial abriu a “Mostra Filatélica Império do Brasil”, no foyer do Teatro do Centro Empresarial, Cultural e Social de Brusque (CECSB), e realizou a obliteração do primeiro envelope com o carimbo dos Correios, Agência de Brusque, datado daquele dia 14 de novembro de 2016, com selo comemorativo a visita de Sua Alteza a Brusque e ao Bicentenário da Independência do Brasil, em 2022, por iniciativa do Clube Filatélico Brusquence. O selo comemorativo pode ser adquirido nas agências dos Correios, através de encomenda.

Em seguida, ainda no Teatro do CECSB, o Príncipe Imperial ministrou a palestra “A Monarquia na Construção do Brasil Independente”, abrindo o Ciclo de Conferências Magnas do Bicentenário da Independência, que se estenderá até 2022. Foi uma brilhante aula magna, na qual Sua Alteza expôs de forma magnânima e através de argumentos sólidos, em um panorama que foi da Fundação do Reino de Portugal, em 1139, passando pela Descoberta do Brasil, em 1500, nossa Independência, em 1822, até chegar ao infame golpe republicano de 1889, a inegável superioridade da Monarquia sobre a República, contribuindo grandemente para a formação humana e intelectual das autoridades, cidadãos e monarquistas locais que lotavam o auditório, além das centenas de pessoas que assistiam à palestra ao vivo, pela Internet.
Sem dúvida, a passagem do Príncipe Imperial pelo Estado de Santa Catarina representou mais um avanço rumo à restauração da Monarquia Constitucional Parlamentar no Brasil. Foram criados e consolidados laços de amizade entre os veteranos e jovens monarquistas de todo a região, tudo coroado pela presença de Sua Alteza e engrandecido pelo brilhantismo de sua palestra. Tamanho foi o interesse da imprensa, que mesmo após retornar a São Paulo, o Príncipe Imperial continua concedendo entrevistas à emissoras de rádio e jornais locais.

Acompanhou o Príncipe Imperial durante toda sua estadia em Santa Catarina o Procurador de Justiça Dr. Gilberto Callado de Oliveira, Corregedor-Geral do Ministério Público do Estado de Santa Catarina e Presidente do Círculo Monárquico de Nossa Senhora do Desterro (Florianópolis).

O I SEMINÁRIO MONÁRQUICO DO NORTE DE MINAS


Dom Luiz Philippe de Orleans e Bragança em sua confêrencia 
Imagem: Pró Monarquia


Nos últimos dias 17 e 18 de novembro, quinta e sexta-feira, foi realizado o I Seminário Monárquico do Norte de Minas, em Montes Claros (MG), promovido pelo Círculo Monárquico de Montes Claros, no campus local do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG).

O distinto e numeroso público, que encheu boa parte da sala de conferências, era composto por veteranos monarquistas e, na grande maioria, por jovens sedentos por uma alternativa de futuro melhor para o nosso País, que virá apenas por meio da restauração da Monarquia Constitucional Parlamentar. Pela Internet, quase mil pessoas assistiram às palestras, transmitidas ao vivo.
Como convidado de honra, no dia 18, representado a Casa Imperial do Brasil, esteve presente S.A.R. o Príncipe Dom Luiz Philippe de Orleans e Bragança, sobrinho de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil. O Príncipe foi muito requisitado, conversando com todos os presentes e posando para as já corriqueiras “selfies”.

O ciclo de palestras foi iniciado pelo Prof. Me. Júlio César Guedes Antunes, mestre em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina, que ministrou sobre a “Guerra do Paraguai: Mitos e Geopolítica do Rio da Prata no Século XIX”. Ato contínuo, o Dr. Victor Augusto de A. Ferreira, psicólogo formado pelas Faculdades Integradas Pitágoras, tratou dos “Impactos da República na Psique Brasileira”. Por fim, o advogado Dr. Ezequiel Novais Neto, Presidente do Círculo Monárquico de Montes Claros, ministrou palestra intitulada “Formas e Sistemas de Governo sob Abordagem Monarquista”.

Já no dia 18, encerrando o Seminário, S.A.R. o Príncipe Dom Luiz Philippe de Orleans e Bragança, durante uma explanação brilhante, demonstrou, com argumentos sólidos, a inegável superioridade política, econômica e, sobretudo, moral da Monarquia sobre a República, contribuindo grandemente para a formação política e intelectual de todos os que ali estavam presentes.

Sem dúvida, o I Seminário Monárquico do Norte de Minas representou mais um avanço rumo à restauração da Monarquia Constitucional Parlamentar no Brasil. Foi um evento que criou e consolidou laços de amizade entre os veteranos e jovens monarquistas de todo o norte do Estado de Minas Gerais, abrilhantado pelas personalidades dos grandes palestrantes e coroado pela presença de um Príncipe da Casa Imperial do Brasil.


No dia 25 e 26 de novembro, o Estado do Mato Grosso do Sul recebeu o I Encontro Monárquico Conservador.   

sábado, 3 de dezembro de 2016

Imperador Dom Pedro II recebe homenagens em Petrópolis

No dia 4 de dezembro, às 11h, na Catedral de São Pedro de Alcântara, será celebrada Missa em sufrágio da alma de S.M. o Imperador  Dom Pedro II, com apresentação da Banda do 32º BIL – Batalhão Dom Pedro II e homenagens no Mausoléu da Família Imperial em comemoração ao 191º ano de nascimento do Soberano, transcorridos no último dia 2.


O convite é feito pelo Instituto Histórico de Petrópolis, através de sua presidente Maria de Fátima Moraes Argon, que no dia 5 de dezembro, segunda-feira, promoverá uma sessão solene, na Casa de Claudio de Souza, seguida de palestra intitulada “O fim das ilusões – reflexões motivadas por uma visita ao templo da humanidade”, do estudioso Pedro Karp, marcando também os 125 anos de falecimento de Dom Pedro II.

O convite do Instituto Histórico de Petrópolis 

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Imperatriz Dona Leopoldina em imagem rara

Clique e amplie a importante e rara imagem que, de forma inédita, orgulhosamente o 
Blog Monarquia Já apresenta sobre a Imperatriz Dona Leopoldina


Dos arquivos do trineto do Imperador Dom Pedro II, Dom Carlos Tasso de Saxe Coburgo Bragança, que reside em Baden, na Áustria, com a esposa, a Arquiduquesa Dona Walburga de Habsburgo, chega até este blog com exclusividade, uma imagem raríssima da Imperatriz Dona Leopoldina na adolescência. A partir do pai o Imperador Francisco II da Áustria (1768 - 1835) de braço dado com a Imperatriz Maria Ludovica (madrasta de nossa Imperatriz) segue a Arquiduquesa Maria Luísa, que por casamento com Napoleão Bonaparte, tornou-se Imperatriz dos franceses e posteriormente Soberana de Parma, mais dois pequenos Arquiduques e eis a nossa Arquiduquesa Leopoldina (quarta a partir do Imperador), que tendo o castelo de Luxemburgo de fundo, não imaginaria que se tornaria a futura paladina da Independência e primeira Imperatriz do Brasil.


Atualmente, a Imperatriz Dona Leopoldina é tema de grandiosa exposição no museu MAR no Rio de Janeiro. 

Fortaleza recebeu o Encontro Monárquico Conservador

No dia 15 de outubro, no Ceará, ocorreu mais um evento monarquista de absoluto sucesso.

Salão lotado para Encontro Monárquico Conservador
Imagem: José Carlos Sepúlveda da Fonseca 


A Associação Cultural São Thomas More e o Círculo Monárquico de Fortaleza promoveram o Encontro Monárquico Conservador, que levou para Fortaleza além do S.A.I.R., o Príncipe Dom Bertrand e seu sobrinho, S.A.R., o Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança, nomes de relevo no cenário atual. Como resultado, uma grande e qualificada plateia de todos os cantos do norte e nordeste lotaram os salões do Seara Praia Hotel. Palestraram os Príncipes e o analista político José Carlos Sepúlveda da Fonseca, o escritor e professor Bruno Garschagen e os professores Ícaro de Carvalho e Diogo Guagliardo.


Em 2016, os brasileiros de todas as regiões do Brasil puderam manifestar seu patriotismo através dos eventos e encontros monárquicos promovidos por todo o país. O próximo será em Santa Catarina, fique atento e compareça.  

ATENÇÃO


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